2014/08/16

Proibição de venda de lote de água São Lourenço preocupa moradores

Após notícia, população teme buscar água nas fontes do município.Dona da marca, Nestlé garante que não há risco de contaminação.

Após as vendas de um lote da água mineral da marca São Lourenço, da Nestlé, serem proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a população ficou preocupada em buscar água nas fontes do município. Testes feitos no produto encontraram um tipo de bactéria acima do que a lei permite. São Lourenço (MG) é a maior estância hidromineral do país e é nacionalmente conhecida pela qualidade das fontes.

O porteiro Sebastião Machado Filho busca água mineral em uma fonte da cidade toda semana para o consumo da família. O morador ficou preocupado quando soube do problema com a água explorada na cidade. ”A gente fica com medo, porque todo mundo busca água aqui. Acho que eles deveriam dar uma explicação para a população sobre o que aconteceu”, diz.

Anvisa suspendeu a venda de um determinado lote da água São Lourenço (Foto: Reprodução/Nestlé)
Anvisa suspendeu a venda de um lote da água
São Lourenço (Foto: Reprodução/Nestlé)A Anvisa proibiu a venda e comercialização do lote 32966047S1 de água de 300 ML, produzido em outubro de 2013, com validade até 23 de outubro deste ano. A amostra da água foi recolhida pela Vigilância Sanitária de Campinas (SP), depois que um consumidor relatou um gosto estranho no produto. Em nota, a Anvisa informou que a bactéria encontrada foi a Pseudomonas aeruginosa, que causa alterações de odor e sabor nos alimentos, mas normalmente não representa risco preocupante à saúde da população em geral. No entanto, em crianças, gestantes e pessoas com sistema imunológico fragilizado, a bactéria pode causar infecções.

Há cerca de 40 dias, consumidores também perceberam o mesmo problema em São Lourenço. Vários hotéis da cidade chegaram a devolver o produto. No entanto, a Nestlé garante que não existe risco de contaminação na fonte aberta à população.

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Anvisa proíbe venda de lote de água São Lourenço, da Nestlé Segundo a Anvisa, a quantidade do micro-organismo encontrado na amostra coletada em Campinas foi 11 vezes acima do permitido pela legislação que regulamenta o setor de água mineral. A Vigilância Sanitária de Minas Gerais já foi acionada para adotar as medidas necessárias junto à empresa.

A Nestlé informou que foi notificada em fevereiro sobre a alteração no lote e suspendeu imediatamente a comercialização do produto. Em relação ao lote citado pelos hoteleiros, a empresa esclareceu que as águas podem conter a mesma bactéria, uma vez que a presença dela no produto causa alteração de sabor e odor.
Fonte: G1 sul de minas

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