2011/05/28

Gêmeos gerados em dois úteros e mãe deixam hospital no Sul de MG


Jucéa e os filhos Isabella e Mateus já estão em casa.
A comerciante Jucéa Maria de Andrade, que deu à luz gêmeos após uma gravidez rara em Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, recebeu alta e está em casa com os recém-nascidos Isabella e Mateus. "Toda hora eles estão mamando, não estão chorando, são umas gracinhas", disse a tia dos bebês Kelle Martins ao G1, enquanto a irmã amamentava. Eles deixaram o hospital nesta sexta-feira (27). Por causa de uma malformação chamada “útero Didelfo”, Jucéa, de 38 anos, tem dois órgãos reprodutores e cada um dos filhos foi gerado em um útero diferente.

Jucéa de Andrade mostra os gêmeos Isabella e Mateus. (Foto: Denis Pereira/Blog da Equipe Positiva)A alta foi dada pela cordo com a médica de Jucéa, a ginecologista Márcia Andréia Mesquita Mendes. De acordo com especialista, a paciente passa bem e não vai precisar de um acompanhamento especial.

Não cabe mais onde ter felicidade"Jucéa de Andrade, que tem dois úteros e deu à luz gêmeosNeste sábado (28), os bebês recebem a visita dos avós paternos, que são da cidade de Boa Esperança, também na Região Sul do estado, segundo a tia. O pai Aguinaldo de Paula Leopoldino já curtiu os bebês, mas precisou trabalhar neste fim de semana. Os gêmeos nasceram com com 2,8 quilos e 2,21 quilos, nesta quarta-feira (25), na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis.

Jucéa, que tem outra filha de sete anos, falou ao G1 por telefone quando ainda estava no hospital, nesta quinta-feira (26). Ela disse que sentiu muito medo de morrer no parto porque os médicos pensavam que a gestação não passaria do sexto mês. “Eu sou a prova de que Deus existe”, falou. Passada a cesariana, declarou que "não cabe mais onde ter felicidade”.

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Mais um caso de gravidez por 'útero didelfo' é registrado no Sul de MG'É um milagre', diz mulher de dois úteros que deu à luz gêmeos em MG Mulher com dois úteros dá à luz gêmeos no Sul de MG Mulher tem dois úteros e espera por gêmeos, no Sul de MG Segundo Jucéa, ninguém contava com esta segunda gravidez. “Escapuliu. Todos dois”, completou se referindo aos bebês. Ela relata que os médicos disseram que a gestação era de alto risco por causa da idade avançada, da malformação do útero e do hipertireoidismo, que desenvolveu nos últimos meses. “Passei muito mal, foi tudo em dobro. Uma gravidez complicada do começo até o final”, disse.

A partir do sétimo mês, ela começou a acreditar no sucesso da gravidez e passou a fazer repouso absoluto. “Nem fiz chá de bebê. Tive que comprar as roupinhas e as lembrancinhas na semana passada”. Jucéa diz ainda que a primeira filha dela não sentiu ciúmes dos novos integrantes da família. “A menininha é a cara dela e também é quietinha”, conta. “O Mateus é mais arteiro. Dentro da barriga ele já era assim”.

‘Útero Didelfo’Segundo a ginecologista Márcia Andréia Mesquita Mendes, que acompanhou a gestação desde os primeiros meses, Jucéa possui uma malformação chamada “útero Didelfo”. Durante a formação do órgão reprodutor, uma divisão surgiu separando as partes. Cada um dos filhos foi formado em um útero diferente. Ainda segundo ela, a fecundação e a formação dos fetos foram semelhantes a uma gestação de gêmeos fraternos – que é quando dois espermatozóides fecundam dois óvulos –, mas, ao invés de duas placentas em um único útero, os bebês foram gerados em dois órgãos reprodutores diferentes.

Segundo o especialista em ginecologia endócrina José Arnaldo de Souza Ferreira, o caso de Jucéa é ainda mais incomum, pois cada óvulo foi captado por uma trompa uterina diferente. De acordo com ele, existia a possibilidade de que os gêmeos fossem gerados em um único útero, mesmo que a paciente tenha outro.

Este tipo raro de malformação uterina ocorre em 10 de cada 20 mil mulheres, segundo José Arnaldo. De acordo com o médico, muitas mulheres engravidam e convivem com o problema sem ter conhecimento da existência dele. O ginecologista explica que, para ter um diagnóstico certo, é preciso fazer um ultrassonografia tridimensional, ou uma ressonância nuclear magnética ou uma laparoscopia, que consiste em um procedimento cirúrgico. Contudo, a suspeita pode surgir depois de procedimentos clínicos simples.

Ainda segundo o médico, grande parte dos casos de gravidez em “útero didelfo” chega ao fim de forma segura e tranquila para a mãe e o bebê, mas, em alguns casos, a malformação pode causar problemas de circulação sanguínea e aborto. Outros problemas como o tamanho do órgão - que pode ser pequeno e insuficiente para a gestação – também pode levar à interrupção da gravidez.
FONTE:GLOBO.COM

Família encontra carrapato em queijo .



Parasita teria sido encontrado após consumo de mais da metade do produto.
Uma família deve ser indenizada em R$ 40 mil por danos morais depois de encontrar um carrapato e um pedaço de pano em um queijo comprado em um supermercado de Belo Horizonte. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) divulgou a decisão da 18ª Câmara Cível nesta sexta-feira (27). O julgamento aconteceu no dia 19 de abril e a determinação foi publicada em 11 de maio. De acordo com a assessoria do tribunal, o supermercado e a fábrica podem recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo informações da denúncia, divulgadas pelo TJMG, um casal e as duas filhas compraram o queijo tipo ricota de uma empresa de laticínios, em maio de 2007, em um supermercado da capital. O carrapato e o pedaço de pano teriam sido encontrados após o consumo de mais da metade do produto.

Durante o julgamento, o supermercado teria declarado que não havia provas da falha na prestação de serviço e que "a responsabilidade civil nos casos de acidente de consumo é restrita ao fabricante".
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Ainda segundo o TJMG, a empresa responsável pela produção da ricota, teria alegado que utiliza os "mais modernos padrões de fabricação e sem utilização de panos. E mais ainda, em altas temperaturas, o que leva à dedução da impossibilidade total da existência de qualquer tipo de animal ou qualquer tipo de dejeto nos produtos".

O juiz da 5ª Vara Cível da capital, Antônio Belasque Filho, condenou a fábrica de laticínios e o supermercado a pagar R$ 10 mil a cada um dos autores, totalizando os R$ 40 mil.

O supermercado recorreu da determinação, mas o relator do recurso, desembargador Mota e Silva, confirmou a sentença de 1ª instância alegando que "o fabricante, o distribuidor e o comerciante respondem por danos causados em razão de presença de corpo estranho em produto que se mostra impróprio para o consumo, impondo-se a cada um deles garantir a sua qualidade e adequação", baseando-se no Código de Defesa do Consumidor.

Os desembargadores Arnaldo Maciel e Guilherme Luciano Baeta Nunes concordaram com a decisão.
Fonte:G1

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